
A dança foi a primeira paixão da minha vida. Ficou-me colado á pele o arrepio quando assisto a alguém ou um grupo de dança. Mas, sem dúvida, será o flamenco a expressão de movimento que mais me sensibiliza. Daí, ao cabo de dez anos de ausência, estou prestes a partir para a Andaluzia, onde tenciono recuperar esse tremor de sentidos em algum tablao andaluz.
Não quero deixar de frisar que, de todas as vezes que vieram a Portugal grandes dançarinos, os vi. Desde o famoso António, que já assisti ao espectáculo dele, com uma barriguinha proeminente por estar grávida e ele por estar a envelhecer, a António Canelas, ás elegantes mulheres que vi por Sevilla e Granada, mas quem, realmente, me deixou á beira de uma síncope, foi o Joaquim Grillo, inovador do flamenco mantendo toda a sua génisis e raça. Aqui mostro a sua imagem.
Para o fim da semana deixarei de aparecer por aqui, mas lembrar-me-ei mesmo fora do País de todos os que sempre espalham afabilidade nas suas visitas ao meu espaço.
Teresa David-fotos da net